Entrevista a Dom Armando – Parte V
E fica mais uma das lamentáveis geniais afirmações do nosso amigo Arcebispo Armando. A quinta da série:
P – Poderia dar uma explicação, ainda que sucinta, da necessidade do exorcismo e dos exorcistas?
R – O exorcismo é constituído de várias orações oficiais feitas em nome da Igreja, e Deus ouve essas orações. Com efeito, existem tantas razões para isso! O exorcismo depende muito das causas que determinaram a possessão diabólica, uma vez que estas exercem muita influência sobre o possesso.
Dou-lhe um exemplo simples. Se uma pessoa se consagrou a Satanás e fez o pacto de sangue com ele, é fácil entender que ela praticou um ato voluntário de doação de si mesma ao Maligno.
Então, libertar tal pessoa torna-se muito mais difícil, faz-se necessário muito mais tempo do que o empregado para libertar um inocente, que foi vítima de um malefício causado por outra pessoa.
Há aqui algo a reparar. Dom Armando foge da pergunta, e passo a expressão, como o diabo da cruz…
Outra coisa que reparo, é que as carreiras de político e exorcista são bastante parecidas… Reparai no primeiro parágrafo:
A campanha eleitoral é constituída de várias orações feitas em nome do partido político, e os eleitores ouvem essas orações. Com efeito, existem tantas razões para isso! A campanha eleitoral depende muito das causas que determinaram o estado do país, uma vez que estas exercem muita influência sobre os eleitores.
Agora já acreditam? Além de comparar exorcistas a políticos, fiz arte ao também comparar o estado do país a uma possessão diabólica (quem diria…) ou mesmo os eleitores a possuídos, o que realmente se verifica por vezes…
Os próximos dois parágrafos no fundo dizem a mesma coisa. Resumindo:
É impossível por o Francisco Louçã na direita. José Sócrates é um alvo mais fácil.
PS: Não pretendo com isto dizer que Francisco Louçã tem um pacto com o demónio…